Seu medo de vender é sua maior ruína

Tempo de leitura: 7 minutos

Se você está lendo esse texto, provavelmente você não tem medo de vender ou crenças negativas em relação a vendas. Quem deveria estar lendo esse texto, não clicou no artigo só por causa do título. Agora, se você “acha feio” vender (por N motivos) e está lendo esse texto: parabéns! Você faz parte de 1% das pessoas que conheço.

Por que “parabéns” só por você estar aqui? Porque o dar-se conta é o passo mais importante do autoconhecimento e se você está buscando esse tipo de informação, é porque você já se deu conta que isso é importante mas por algum motivo não tem a resposta. Talvez aqui você encontre algumas perguntas que vão te fazer refletir e possivelmente, chegará, através das perguntas certas, às respostas tão desejadas.

A maioria das pessoas que têm crenças em relação a vender algo (ou a “se vender”) geralmente se esconde atrás de desculpas e certificados esperando algum reconhecimento ao longo da vida. E o pior é que, muitas vezes são reconhecidas por outras pessoas que também têm essas mesmas crenças em relação a vendas ou autopromoção.

Dessa forma, seu ego é alimentado durante toda sua vida e talvez ela nunca precise se esforçar para se vender ou fazer diferente algo que já faz hoje, o que sinceramente duvido muito que aconteça. Só que a má notícia é que essas pessoas são minorias ou são ótimos vendedores que não se dizem vendedores porque acham essa palavra pejorativa.

Antigamente, vendedores eram conhecidos por serem chatos, egocêntricos, insistentes e terem caráter duvidoso e o problema é que até hoje, existem crenças em relação a esses profissionais. Motivo? Muitos vendedores ainda hoje são chatos, egocêntricos, insistentes e possuem caráter duvidoso, o que é uma lástima. Porém, saiba que isso é coisa do passado.

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O Marketing que, em outras palavras, é o ato de vender através de métodos, técnicas e ferramentas surgiu quando houve uma mudança muito interessante no mercado: quando a oferta começou a ser maior que a demanda. Daí as empresas precisaram começar a se diferenciar umas das outras porque já não eram mais a “última bolacha do pacote”.

De qualquer forma, hoje em dia para ser um bom vendedor, você precisa ter características que vão muito além da insistência e da cara-de-pau. Por exemplo, pessoas que têm mais energia, são mais motivadas, mais alegres e mais sociáveis, geralmente são bons vendedores. Afinal, quem não gosta de estabelecer vínculos com esse tipo de pessoa?

Vai dizer que não dá um nervoso quando você entra numa loja, louco(a) para comprar uma roupa nova ou um sapato novo e quem te atende é uma cidadã ou um cidadão com uma baita cara de bunda? Eu diria que 50% (ou mais) da sua motivação em comprar algo, some ali.

Eu amo vender, mas nem sempre foi assim. Antes de adentrar no tema, deixa eu compartilhar o motivo pelo qual me deu vontade de escrever esse texto.

Uma coisa que aprendi no mundo dos negócios é “alinhar expectativas”. Basicamente, o aprendizado é que o barato não sai caro, a não ser que você se finja de louco e é do tipo de pessoa que não cumpre o combinado, daí não poderei fazer nada por você.

Durante uma das dezenas de parcerias frustradas que já tentei fazer, uma que foi muito marcante era de um cidadão que, queria porque queria ser nosso parceiro mas desde o primeiro dia já disse: “Vocês são muito agressivos vendendo! Precisamos fazer algo diferente se quisermos seguir adiante.”

Ali minha motivação já baixou. Percebi uma crença das feias em relação a vender. Afinal, o que seria ser “agressivo” na venda? Seria vender muitos produtos/serviços? Seria não ter vergonha de pedir algo? Seria cobrar muito alto? Fiquei pensativo mas acabei não questionando naquele momento e continuei observando.

Fico me perguntando se algum cliente meu já comprou algo que não queria, o que duvido muito. Essa é uma crença que me deixa louco porque quando dizem isso, tenho a sensação de que as pessoas pensam que eu coloco uma arma na cabeça dos meus clientes para forçá-los a comprar algo, o que é um absurdo.

Mas enfim, sobre essa parceria que naturalmente não deu certo, continuei acompanhando o negócio do colega. Ele insistentemente continuou fazendo marketing no seu próprio estilo e, naturalmente, não atingia os resultados desejados (o que na minha opinião era um medo de vender porque não acreditava tanto no seu negócio).

Aproximadamente uns 6-7 meses depois de termos uma parceria frustrada, percebi que ele já tinha mudado o estilo de fazer marketing pela internet. Motivo? Olha, não tenho bola de cristal, mas suspeito que o jeitão dele de vender seus produtos e serviços não deram resultado, forçando-o a mudar e fazer do jeito certo.

Isso é algo que tenho visto de forma muito recorrente, empreendedores que querem alavancar seus negócios usando marketing digital e cheio de crenças em pegar o celular e gravar um vídeo-selfie para dar dicas para sua audiência ou quiçá tirar uma foto e colocar alguma mensagem para quem segue você.

“Ah, mas esse não sou eu. Nunca precisei fazer isso para vender meus serviços, as pessoas sempre chegaram até mim.”

Meu amigo e minha amiga, se você continuar fazendo as coisas do mesmo jeito, continuará tendo os mesmos resultados (créditos ao meu amigo Albert E). Não tem milagre, a internet vai te permitir aumentar sua audiência, mas as pessoas só vão continuar frequentando suas páginas e perfis se sentirem uma verdadeira conexão com você.

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Portanto, se você fala alguma dessas frases abaixo, recomendo que você repense sua vontade de empreender um negócio ou sua própria carreira:

“Não sei vender.”

“Vendedor é chato.”

“Tenho medo de vender.”

“Meu conselho não permite.”

“Vendedor nasce vendedor.”

Não adianta fazer uma pós graduação, mestrado ou doutorado, tampouco fazer especialização fora do país ou mais um curso para ver se você ganhará reconhecimento dos seus clientes. Clientes querem saber se você é capaz de resolver seus problemas e se “sentirem firmeza” em você, vão comprar de você.

Vendas é a arte que te faz ler sua audiência como se fosse com um Raio-X e oferecer para ela justamente o que ela precisa e do jeito que ela precisa. E pronto! Não tem mistério…

Cada um faz isso do seu jeito e com o seu próprio estilo mas isso deve ser feito sem medo de vender sua ideia/projeto/produto/serviço. Se você quer que uma pessoa faça algo, peça! Quer que contrate seus serviços? Ofereça!

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Ou melhor, faça as perguntas certas para que a pessoa se dê conta que precisa dos seus serviços e depois ofereça seu serviço como a solução daquele problema e daí você não precisará ter medo de vender, porque ficará óbvio que a melhor solução é contratar você.

Se você quer vender seus produtos e serviços usando marketing digital, primeiro venda no mundo real. Ninguém vai comprar de você só porque te acha o máximo ou porque viu meia dúzia de vídeos seus na internet. Tenha uma verdadeira experiência vendendo fora da internet e depois venda dentro dela e daí sim, vamos ter o maior prazer em ajudá-lo(a).

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